Após analisar friamente certas condutas... não só minhas, como de pessoas que convivem comigo, pude concluir que, com o tempo, tudo passa, tudo se "esquece". Eu digo isso entre aspas, pq na realidade fica ali, em banho e maria, adormecido. Se o que você viveu com alguém, foi realmente intenso, quando vc tornar a ver a pessoa, quando vc voltar a ter um contato maior com ela, tudo aquilo q vc passou, TAMBÉM volta. Não do msmo jeito, não com a mesma intensidade, mas o suficiente pra te confundir todo e fazer dos seus dias, pesadelos sem um fim próximo e de suas noites, um monstro com insônia.
E é por isso, que a tedência é o afastamento por necessidade, ou o aproximamento exagerado, louco, até meio psicopata, por simples mazoquismo emocional misturado com uma certa esperança de voltar no tempo.
É assim.
E assim será, até uma vida nova aparecer bem em frente a sua porta ou até você perceber que nada daquilo vale realmente a pena.
Seres humanos tem a capacidade de superar tudo.
Cada um de uma forma.
Cada um em seu momento certo.
Seja por rancor, orgulho, dor ou amor
Superam.
Mas o antes, parece que estará sempre lá.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
A tal da fragilidade, que se revela quando menos se espera, as vezes é bem vinda.
Me quebra as pernas, ao mesmo tempo que me faz querer seguir em frente
Me silencia e ao mesmo tempo me faz gritar
Me deixa com medo, mas me faz sorrir
Me faz sufocar e depois suspirar
Me cega momentaneamente, ao mesmo passo que, me faz enxergar o que a tempo estava bem na minha frente.
Me afunda, e depois me arranca os pés no chão, me fazendo voar.
Voar, voar, voar.
A onde será q tudo isso vai dar?
Me quebra as pernas, ao mesmo tempo que me faz querer seguir em frente
Me silencia e ao mesmo tempo me faz gritar
Me deixa com medo, mas me faz sorrir
Me faz sufocar e depois suspirar
Me cega momentaneamente, ao mesmo passo que, me faz enxergar o que a tempo estava bem na minha frente.
Me afunda, e depois me arranca os pés no chão, me fazendo voar.
Voar, voar, voar.
A onde será q tudo isso vai dar?
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Acordar cedo tem lá suas vantagens.
Hoje por exemplo, fez sol de manhã, e já que a semana inteira ele esteve por assim dizer, ausente, hoje eu resolvi contemplá-lo no quintal, estatelada no chão.
Afinal, o que de melhor eu teria pra fzer em uma terça-feira de férias?
O céu se manteve azul por alguns instantes. De repente, nuvens começaram a aparecer, e eu passei a observá-las com atenção.
No início, a única coisa que consegui pensar, foi que elas realmente pareciam algodões doces, e meu deu uma vontade incontrolável de comer um. Após algum tempo, pude perceber que algumas nuvens corriam sozinhas, já outras, andavam em grupos, calmamente.
Umas pareciam ter pressa de sumir por ai, outras adoraram se mostrar e ficaram um bom tempo no msmo lugar (infelizmente, em cima do meu querido sol).
Olhei mais profundamente, e comecei então, a criar seres, como coelhos, corações, flores, imagens que toda criança adora enxergar nas nuvens. E não é que elas realmente parecem essas coisas mesmo? Acho até que já virou uma certa rotina, serem assim tão semelhantes a coisas do nosso cotidiano! Só não vê, quem não quer.
Eu poderia ficar ali horas a fio, que não sentiria falta nenhuma, do mundo em volta. Parecia até que não escutava mais nada, além de alguns pássaros cantando, ao sobrevoarem as deliciosas nuvens - praticamente deslizavam entre elas.
Tanto me perdi, que quando dei por mim, já estava tomando uma bela de uma chuva.
Refrescou.
Hoje por exemplo, fez sol de manhã, e já que a semana inteira ele esteve por assim dizer, ausente, hoje eu resolvi contemplá-lo no quintal, estatelada no chão.
Afinal, o que de melhor eu teria pra fzer em uma terça-feira de férias?
O céu se manteve azul por alguns instantes. De repente, nuvens começaram a aparecer, e eu passei a observá-las com atenção.
No início, a única coisa que consegui pensar, foi que elas realmente pareciam algodões doces, e meu deu uma vontade incontrolável de comer um. Após algum tempo, pude perceber que algumas nuvens corriam sozinhas, já outras, andavam em grupos, calmamente.
Umas pareciam ter pressa de sumir por ai, outras adoraram se mostrar e ficaram um bom tempo no msmo lugar (infelizmente, em cima do meu querido sol).
Olhei mais profundamente, e comecei então, a criar seres, como coelhos, corações, flores, imagens que toda criança adora enxergar nas nuvens. E não é que elas realmente parecem essas coisas mesmo? Acho até que já virou uma certa rotina, serem assim tão semelhantes a coisas do nosso cotidiano! Só não vê, quem não quer.
Eu poderia ficar ali horas a fio, que não sentiria falta nenhuma, do mundo em volta. Parecia até que não escutava mais nada, além de alguns pássaros cantando, ao sobrevoarem as deliciosas nuvens - praticamente deslizavam entre elas.
Tanto me perdi, que quando dei por mim, já estava tomando uma bela de uma chuva.
Refrescou.
domingo, 24 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Eu e minhas crises bizarras
Eu e meus medos de sempre
Eu e minhas grandes confusões
Eu e minhas malditas dúvidas
Eu e meus erros idiotas
Eu e minhas incômodas inseguranças
Eu e meus enganos
Eu, completamente irritada
.
Eu e minha raiva contida
Eu e meu orgulho ferido
Eu e meu arrependimento que quase mata
Eu e minhas decisões precipitadas
Eu e meus sonhos idiotas
Eu e meus complexos sem sentido
Eu e meu egoísmo exagerado
Eu, andando em círculos
Eu e tudo girando
Eu, completamente perdida
.
Eu e meus apelidos
Eu, como sou conhecida
Eu, como me vejo
Eu, como não me mostro
Eu, como queria que me vissem
Eu, completamente confusa, sem saber quem sou de verdade
Parece que meu período de calmaria simplesmente se esvaiu por aí.
Parece que eu entro agora, em mais uma tempestade
e não sei mais, se estou torcendo, pra sair viva dela.
Eu e meus medos de sempre
Eu e minhas grandes confusões
Eu e minhas malditas dúvidas
Eu e meus erros idiotas
Eu e minhas incômodas inseguranças
Eu e meus enganos
Eu, completamente irritada
.
Eu e minha raiva contida
Eu e meu orgulho ferido
Eu e meu arrependimento que quase mata
Eu e minhas decisões precipitadas
Eu e meus sonhos idiotas
Eu e meus complexos sem sentido
Eu e meu egoísmo exagerado
Eu, andando em círculos
Eu e tudo girando
Eu, completamente perdida
.
Eu e meus apelidos
Eu, como sou conhecida
Eu, como me vejo
Eu, como não me mostro
Eu, como queria que me vissem
Eu, completamente confusa, sem saber quem sou de verdade
Parece que meu período de calmaria simplesmente se esvaiu por aí.
Parece que eu entro agora, em mais uma tempestade
e não sei mais, se estou torcendo, pra sair viva dela.
sábado, 9 de janeiro de 2010
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